Manejo da Cultura do Urucum (Bixa orellana L.)

Camilo Flamarion de Oliveira Franco e Fabiano de Cristo Pereira da Silva , Jorge Cazé Filho, Miguel Barreiro Neto, Abel Rebouças São José, Tiyoco Nair Hojo Rebouças, Ivan Sérgio Campos Fontinélli


Urucum (Bixa orellana L.) é uma planta produtora do corante natural bixina, podendo alcançar de 2 a 9 m de altura. É ornamental, pela beleza e colorido de suas flores e utilíssima como fornecedora de sementes condimentares, estomáticas, laxativas, cardiotônico, hipotensor expectorante e antibiótico, agindo como antiinflamatório para as contusões e feridas, apresentando, ainda, emprego interno na cura das bronquites e externo nas queimaduras. Dela se extrai também o óleo industrial. A infusão das folhas tem ação contra as bronquites, faringite e inflamação dos olhos. A polpa que envolve a semente é reputada refrigerante e febrífuga, obtendo-se valiosas matérias tintoriais amarela (orelina) e vermelha (bixina), esta última, constituindo um princípio cristalizável (Corrêa, 1978).
As aludidas matérias corantes são fixas, inalteráveis pelos ácidos e pelo alume, inofensivas e têm largo emprego na arte-culinária como condimento e na indústria têxtil para colorir tecidos. Na indústria de alimentos são utilizadas para dar cor em manteiga, margarina, maionese, molhos, mostarda, salsichas, sopa, sucos, sorvetes, produtos de panificação, macarrão e queijo, comumente chamado "do reino", procedente da Holanda. Também é bastante empregado na indústria da impressão e na tintura. Muitos aborígines serviam-se do corante, naturalmente obtido em mistura, para colorir os objetos de cerâmica e outros vasos de uso doméstico. A maioria dos índios coloriam a sua pele para embelezarem-se durante os rituais religiosos e, principalmente, por uma necessidade de protegerem-se dos raios ultravioletas do sol e das picadas dos pernilongos que infestavam as matas (Cânova, 2000).

Clima e Solo

Tratando-se de uma planta tipicamente tropical, o seu cultivo pode ser realizado em diferentes regimes climáticos, porém, tanto a temperatura como a precipitação pluviométrica, poderão tornar-se fatores limitantes ao bom desenvolvimento da cultura.
A planta desenvolve-se bem numa amplitude térmica entre 22 e 27 °C, sendo 25 ºC considerada como ideal. Algumas cultivares suportam temperaturas abaixo de 22 ºC, desde que não ocorra geada.
O urucuzeiro tolera baixas precipitações pluviais, desde que bem distribuídas. No entanto, precipitações anuais bem distribuídas e superiores a 1.200 mm são ideais para o seu bom desenvolvimento. Por ser uma planta que apresenta os processos fisiológicos de vegetar, florescer e frutificar, praticamente, durante todo o ano, a ausência de chuvas, num período superior a três meses, poderá ser prejudicial a sua produtividade.
A umidade relativa do ar ideal está em torno de 80%. Pode o urucuzeiro ser cultivado desde o nível do mar até altitude de 1.200 m, sendo a ideal entre 100 a 800 m. Nessa amplitude, têm-se obtido os teores mais elevados de bixina. Os ventos, quando frios e fortes, podem causar prejuízos, notadamente, na fase de formação da cultura, chegando a rasgar as folhas e, conseqüentemente, diminuir a eficiência fotossintética e retardar o desenvolvimento vegetativo e reprodutivo da planta.
O urucuzeiro se adapta a diferentes tipos de solos, compreendendo desde a faixa litorânea, estendendo-se ao agreste, desde o Luvissolos Crômicos até Nitossolos Vermelhos Eutróficos, Neossolos Regolíticos Eutróficos Típicos e Latosol Vermelho Amarelo Eutróficos (Sistema Brasileiro de Classificação de Solos, 1999). No entanto, sua preferência recai sobre os solos mais férteis onde predomina relativa umidade, aliada a um clima ameno.
Em solos compactados, o desenvolvimento vegetativo ocorre de forma lenta e os pantanosos são impróprios ao seu cultivo. É recomendável solos com boa drenagem, fertilidade variando de média a alta, pH entre 5,5 e 7,0, bons níveis de cálcio e magnésio e ausência de alumínio.
Quanto à topografia, recomenda-se o plantio em áreas planas ou ligeiramente onduladas. Em solos declivosos, o plantio deve ser procedido recorrendo-se ao emprego de métodos conservacionistas como terraceamento, contorno e curva de nível, visando prevenir a erosão do solo e, conseqüentemente, maior retenção de umidade.

Preparo do solo

O preparo do solo para o cultivo do urucuzeiro consiste, basicamente, no roço, encoivaramento, queima, destoca, seguido de uma aração a aproximadamente 30 cm de profundidade, com duas gradagens leves e cruzadas. A calagem deve ser procedida conforme os resultados da análise do solo, de 60 a 90 dias antes do plantio, para maior eficiência.

Espaçamento

Vários são os espaçamentos utilizados no cultivo do urucuzeiro, no entanto, a escolha do espaçamento ideal está relacionado com os fatores: cultivar, do tipo de solo e do sistema de cultivo sequeiro ou irrigado. Para um bom nível tecnológico, recomendam-se 6,0 m x 4,0 m (417 plantas/ha) e 6,0 m x 5,0 m (333 plantas/ha).

Plantio

O plantio deve coincidir com o início do período chuvoso. Em regiões litorâneas, este período corresponde aos meses entre abril e julho. Em sistema de cultivo irrigado, recomenda-se o plantio durante todo o ano. Em área declivosa, orienta-se efetuar o plantio em curva de nível. Para solos arenosos, covas com dimensões de 0,40 x 0,40 x 0,40 m; solos pesados ou compactados, covas com dimensões de 0,50 x 0,50 x 0,50 m são os recomendados.

Adubação

Apesar do grande potencial que a cultura do urucuzeiro apresenta, muito pouco se sabe sobre o efeito da adubação, pois poucos são os trabalhos científicos que tratam desse assunto no país. São José & Rebouças (1991) relatam que até o momento, a literatura disponível recomenda o uso de fórmulas NPK, como 04-14-08, 03-20-20, 10-10-20, 20-20-00, dentre outros. Evidenciaram um desbalanceamento das fórmulas, especialmente a 20-20-00 onde o elemento exportado em maior quantidade pelo urucuzeiro é o potássio e pela fórmula em referência; este elemento não é adicionado ao solo e o nitrogênio aplicado em demasia poderá promover o crescimento vegetativo excessivo, em detrimento da produção.
O urucuzeiro é uma planta que também responde muito bem a adubações orgânicas, devendo-se aplicar anualmente 10 a 20 litros de esterco de curral ou 5 litros de esterco de galinha por planta.
Nas culturas de urucuzeiros tecnificadas, as adubações têm sido realizadas em duas a quatro vezes ao ano, sempre coincidindo com as chuvas para melhor aproveitamento dos nutrientes. No caso de realizar quatro adubações, deve-se procurar coincidir duas delas com o início do florescimento e as demais, durante o crescimento dos frutos e após a poda. Para solos fracos em fósforo, potássio e matéria orgânica, como ocorre na maioria dos solos brasileiros, tem sido utilizado de 300 a 1000 g por planta/ano de uma das fórmulas (NPK) 04-14-08, 11-30-17 ou 04-30-10 que são geralmente empregadas na adubação do urucuzeiro.

Tratos culturais

As plantas daninhas concorrem com o urucuzeiro, notadamente, até os primeiros doze meses de implantado. Nesse período as capinas devem ser realizadas eliminando-se as ervas daninhas. Posteriormente, manter a projeção da copa livre de ervas daninhas e nas linhas e entrelinhas realizar roços periódicos. A poda é executada, visando facilitar a colheita futura. A poda drástica é realizada cortando os ramos até a altura de 0,80 m e 1,20 m. Os ramos laterais são reduzidos também a distância entre 0,50 m e 1,00 m em relação ao tronco principal do urucuzeiro, enquanto que, a poda branda elimina somente os ramos do terço superior da planta (1,20 m a 1,50 m de altura).

Irrigação

Embora o urucuzeiro seja considerado uma planta rústica, observam-se certas restrições quanto ao seu desenvolvimento vegetativo em regiões com estiagens prolongadas.
Dentre as distintas técnicas agronômicas que proporcionam o aumento da produtividade e antecipação da floração, a irrigação desempenha papel importante, especialmente nas regiões áridas e semi-áridas (Silva & Duarte, 1980).
A irrigação localizada, aplicada diretamente sobre a região radicular, em pequenas quantidades, com alta freqüência, mantém a umidade do solo na zona radicular, próxima à capacidade de campo. Dentre outras vantagens, esse sistema de irrigação apresenta bons resultados da adubação, maior eficiência no controle fitossanitário, não interferência nas práticas culturais, adaptação a diferentes tipos de solo e topografia (Bernardo, 1984).
A utilização da irrigação, principalmente, em regiões com déficit hídrico, poderá proporcionar aumentos significativos na produtividade. Considerando as condições edafoclimáticas, a lâmina de água de irrigação indicada para o cultivo do urucuzeiro é 100 mm mensais.

Pragas e Doenças

O controle de pragas e doenças deve ser feito logo após o seu aparecimento. Não sendo possível o controle biológico e/ou integrado e, considerando ainda não existir inseticidas registrados nos órgãos competentes para a cultura, realizar o combate após consultar um Engenheiro Agrônomo.

Cultivares de urucuzeiro

EMBRAPA-1 - Cultivar de porte intermediário entre mediano e alto, medindo em média, 2,00 m de altura. Diâmetros médios do tronco e da copa com 7,81 cm e 3,19 m respectivamente. Suas flores apresentam coloração rósea-clara com cápsulas pilosas de cor vermelha. Possui arquitetura esgalhada e os frutos são deiscentes. Apresenta expressivo teor de bixina, 3,61%.


Cultivar EMBRAPA-1

EMBRAPA-2 - Cultivar de porte baixo, medindo 1,64 m de altura em média. Cápsulas de tamanho relativamente grande contendo pilosidade longas e abundantes. Diâmetro médio do tronco e da copa com 7,78 cm e 2,65 m respectivamente. Possui flores de coloração rósea com cinco sépalas.
Dispõe de características precoces em produção, com reduzido número médio de cápsulas por cachos, 15,33 e de cachos por plantas 67,33. Sua arquitetura predominante é do tipo piramidal. Apresenta alto teor de bixina, 4,00%


Cultivar EMBRAPA-2

CASCA VERMELHA - Cultivar de porte alto, medindo em torno de 2,05 m de altura, apresentando uma superfície de tamanho médio de folhas de aproximadamente 127,53 cm2 com coloração verde clara. Flores de coloração róseas claras, cápsulas de tamanho relativamente grandes, com expressivo número médio de cachos por plantas, e de cápsulas por cachos.
Cultivar local, com arquitetura de formato redondo e frutos essencialmente deiscentes. Dispõe de um bom teor de bixina 2,68%.


Cultivar Casca Vermelha

Colheita

Nas condições do Nordeste e do Centro Sul do Brasil, a colheita do urucuzeiro é realizada aproximadamente aos 130 dias após a abertura da flor, quando se verifica ¾ das cápsulas secas. No Norte, esse período é reduzido para 60 a 80 dias. A maturação das cápsulas é dada pela mudança de cor quando passa do verde, amarelo ou vermelho para castanho ou marrom. Para a região Nordeste, a primeira colheita, a mais significativa, ocorre nos meses de junho e julho, enquanto que a segunda, conhecida como safrinha, realiza-se no período novembro a dezembro.
A exceção do material vegetal Bico de Pato, que tem apresentado uma boa uniformidade na maturação de suas cápsulas, colhendo-se, praticamente, de uma única vez reduzindo, significativamente, os custos operacionais. Os demais acessos mais utilizados, Peruana paulista, Embrapa 1, Embrapa 2, Casca verde, Casca vermelha e Piave devem-se efetuar entre duas a três colheitas por safra. É de suma importância colher apenas as cápsulas que apresentem-se maduras e secas, uma vez que o porcentual elevado de umidade nas sementes contribuirá negativamente para a perda da qualidade das mesmas, assim como, o aparecimento de mofos. A tesoura de poda é imprescindível e na sua impossibilidade, o canivete ou faca, poderá substituí-la, tendo sempre o cuidado de cortar o pedúnculo mais próximo da cápsula. A operação posterior consistirá na secagem das cápsulas ao sol, tendo o cuidado para que as sementes não fiquem expostas ao calor, o que trará prejuízos na qualidade e quantidade de pigmentos.


Referências Bibliográficas

ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO BRASIL. Rio de Janeiro: IBGE, 1989.

AYRES, D.M.J.; SOARES, J.R.; GOMES, J.J.A.G.; ALBUQUERQUE, N.V.de. Germinação de sementes de urucum (Bixa orellana, L.). 1986. 4p. (EMEPA-PB.Comunicado Técnico, 31).

BALIANE, A. A cultura do urucueiro. Niterói: Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Rio de Janeiro. 1982. 16p.

BALIANE, A. A cultura do urucueiro. In: SEMINÁRIO DE CORANTES NATURAIS PARA ALIMENTOS, 2, e SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE URUCUM,1.Campinas, 1991. Anais... Campinas, ITAL, 1991. p. 127-132.

BRANDÃO, A. L. S., BOARETTO, M. A. C. Pragas do urucueiro. In: SÃO JOSÉ, A. R., REBOUÇAS, T. N. H. A. A cultura do Urucum no Brasil: Vitória da Conquista-Ba, UESB, 1990. p. 50-57.

BATISTA, F.A.S. Aspectos fenológicos e biométricos de tipos de urucueiro: EMEPA-PB/EMATER-PB, 1985. 3p. (EMEPA-PB.Pesquisa em Andamento, 29).

BATISTA, F.A.S. Comportamento produtivo de cultivares de urucueiro no lit0,oral paraibano: João Pessoa: 1987. 6p. (EMEPA-PB.Comunicado Técnico, 31).

BATISTA, F.A.S. Urucueiro: instruções práticas para implantação e condução de um plantio. João Pessoa: EMEPA-PB/EMATER-PB, 1988. 26p. (EMEPA-PB/EMATER-PB.Circular Técnica, 3).

BATISTA, F.A.S.; BARBOSA, M.M. Utilização de mudas selecionadas: uma alternativa para a melhoria da produtividade da cultura do urucueiro. João Pessoa: 1986. 4p. (EMEPA-PB.Comunicado Técnico, 27).

BATISTA, F.A.S.; DANTAS, E.C. da S.; BARBOSA, M.M.; SANTOS, E.S. A cultura do urucueiro. João Pessoa: EMEPA-PB, 1988. 25 p. (EMEPA-PB.Documentos, 10).

BATISTA, F.A.S.; LAMEIDA,A.M.de; SSOARES, R.T. SANTOS, E.S. dos; BARBOSA, M.M.; CALDAS, A.S. Produção de mudas de bananeira cultivar Pacavan em regime de viveiro comercial, no Estado da Paraíba. João Pessoa: 1985. 4p. (EMEPA-PB.Comunicado Técnico, 11).

BOREM, A. Sistemas reprodutivos das espécies cultivadas. In: Borém, A. Melhoramento de Plantas. Viçosa, UFV, 1997. p. 31-39.

BERNARDO, S. Manual de irrigação. 3ª ed., Viçosa, MG: Imprensa Universitária da UFV, 1984, 483p.

CÂNOVA, R. Urucum. http://alemdojardim.terra.com.br/alem/mai. 2000. Consultado em 5 de maio. 2000.

CARVALHO, P. R. N. Extração e utilização do coranye de urucum, In: SÃO JOSÉ, A. R., REBOUÇAS, T. N. H. A cultura do urucum no Brasil. Vitória da Conquista-Ba, UESB, 1990. p. 69-76.

COMISSÃO ESTADUAL DE PLANEJAMENTO AGRÍCOLA (João Pessoa, PB). Zoneamento agropecuário da Paraíba. João Pessoa: FUNAPE/CCT/CCA/ELC, 1978. p.57.

CORRÊA, M.P. Dicionário das plantas úteis do Brasil e das exóticas cultivadas. Rio de Janeiro: MA/IBDF, 1978. v.4, p.358-359.

CUNHA, L. G. C., FREIRE, J. M., FARIAS, E. Diagnóstico da cultura do urucum Bixa orellanna L. na Ibiapaba. Fortaleza-CE: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária do Ceará, 1973, 37 p.

EMATER-PB. Dados pluviométricos das microrregiões de Guarabira e Brejo Paraibano. João Pessoa: EMATER-PB, 2001.

FALESI, I. C.; KATO, O. R. A cultura do urucum no Norte do Brasil. Belém: EMBRAPA-UEPAE de Belém, n.3, 1992, p. 47.

FALESI, I. C.. URUCUZEIRO: Recomendações básicas para o seu cultivo Belém: 1987. 27 p.

FARIA, L. J. G. de.; COSTA, C. M. L. (coord.) Tópicos Especiais em Tecnologia de Produtos Naturais. In: KATO, O. R.; OLIVEIRA, V. P.; FARIA, L. J. G. de. Plantas corantes da Amazônia. Belém: UFPA/NUMA/POEMA, 1998. P. 41-55 (Série Poema, 7).

FERREIRA, W. A.; FALESI, I. Teores de nutrientes e matéria seca na parte aérea e na raiz e percentagens de bixina de três tipos de urucueiros. In: REUNIÃO TÉCNICO CIENTÍFICA SOBRE MELHORAMENTO GENÉTICO DO URUCUZEIRO, 1, Belém, 1991. Anais... EMBRAPA-CPATU, 1992. p. 44-68.

FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Anuário estatístico do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 1989.

GHIRALDINI, E. Corantes naturais mais comumente usados na indústria de alimentos. Revista Brasileira de Corantes Naturais. Vitória da Conquista, v.2, n.2, p.93-96. 1996.

GOMES, P. A cultura do urucu. Sítios e Fazenda, São Paulo-SP, v.33, n.11, p.27-28, 1967.

GOMES.F.P.A. Urucu multiplica-se por estacas e dá em qualquer solo. Agricultura e Pecuária, Rio de Janeiro, n.534, p.41, dez. 1968.

GUIMARÃES, I. S. S.; FERREIRA, L.M.J.; WILBERG, V.C. Avaliação do teor de bixina durante a maturação dos frutos de urucum. In: SEMINÁRIO DE CORANTES NATURAIS PARA ALIMENTOS, 2., 1991. Campinas. Resumo. Campinas: SBCN, 1991. p. 143-144.

HAAG, H. P., DECHEN, A. R., ROSALEN, D. L. Carência de macronutrientes e de boro em plantas de urucu. Anais da E.S.A.Luiz de Queiroz. Piracicaba-SP, v. 45, n.2, p. 423-431, 1988.

HARTMAN, H.; KESTER, D. E. Propagación asexual. In: Hartman, H. & Kester, D. E. Propagación de Plantas. Mexico, CECSA, 1989. p. 219-546.

HAYNES, J.L. Uso agrícola dos tabuleiros costeiros do Nordeste do Brasil: Um exame das pesquisas. Recife: SUDENE, 1970.133p.

LIJERÓN, E.C.Recuperação de pigmentos para uso alimentício a partir do subproduto da Bixa orellanna L (Urucum).João Pessoa-PB, 1997. 86 p. Dissertação (Mestrado em Ciência de Alimentos). Universidade Federal da Paraíba.

LIMA, L.C.F. Conceitos conjunturais sistematizados da botânica do urucuzeiro. In: SÃO JOSÉ, A. R.; REBOUÇAS, T.N.H. A cultura do urucu no Brasil. Vitória da Conquista-BA, UESB, 1990. p.25-28.

LIMA, L.C.F.; Conceito conjunturais sistematizados da botânica do urucuzeiro. In: SÃO JOSE, A.R.; REBOUÇAS T.N.H. A cultura do urucum no Brasil. Vitória da Conquista: UESB, 1990. p.25-28.

LINGERFELT, C.W. O urucu como alternativa. Informativo Rural, Rio de Janeiro, v. 163, p.20-4, 1984.

MASCARENHAS, J.M.O.Corante em alimentos: perspectivas, uso e restrições.Viçosa-MG, 1995. Dissertação (Mestrado em Agronomia). Universidade Federal de Viçosa.

MASCARENHAS, J.M.O.; STRINGHETA, P.C.; LARA, J.E.; REIS, F.P.O perfil das indústrias produtoras de corantes. Revista Brasileira de Corantes Naturais. Vitória da Conquista, v.3., n.1., p.1-9. 1999.

MELO, A.M.L. Mercado de colorífico. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CORANTES NATURAIS, 4., 2000. João Pessoa. Resumo. João Pessoa: SBCN, 2000. p.33.

MORAIS, O.M.; SÃO JOSÉ, A.R.; REBOUÇAS, T.N.H.; ATAIDE, E.M. Mejoramento Genético Del Achiote en Brasil. Revista Brasileira de Corante Naturais. Vitória da Conquista, v. 3. n.1., p.109-111. 1999.

MUNUERA, M. Aplicação de corantes naturais em alimentos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CORANTES NATURAIS, 4., 2000. João Pessoa. Resumo. João Pessoa: SBCN, 2000. p.32.

OCAMPO, R.A.S.; OROZCO, R.A. Aspectos agronomicos sobre el cultivo del achiote (Bixa orellana L.) In: Aspectos sobre el achiote y perspectivas para Costa Rica. Turrialba, CATIE, 1983. p.31-42. (Informe Técnico, 47).

OLITTA, A.F.L. Elaboração do projeto de irrigação. Brasília, ABEAS, 1988 53p.

OLIVEIRA, V. P. Tratos culturais do Urucum. In: SÃO JOSÉ, A. R. , REBOUÇAS, T. N. H. A cultura do urucum no Brasil. Vitória da Conquista-Ba, UESB, 1990. p.46-49.

OLIVEIRA, R.C. de. Aplicação de corantes naturais na indústria papeleira. In.: CONGRESSO BRASILEIRO DE CORANTE NATURAIS, 4., 2000. João Pessoa. Resumo. João Pessoa: SBCN, 2000. p.21.

PEDROSA, J.P.;CIRNE, L.E. da M.R.; NETO, J. M. de M. Teores de bixina e proteína em sementes de urucum em função do tipo e do período de armazenagem. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, Campina Grande, v.3, n.1, p.121-123. 1999.

PIERIK, R. L. M. In vitro Culture of Higher Plant. Dordrecht. Martinus Nijhoff Pub., 1987. p. 344.

RAMALHO, R. S.; PINHEIRO, A. L.; DINIZ, S. D. Informações básicas sobre a cultura e utilização do urucum Bixa orellanna L. Viçosa, UFV 1987. 22 p. (Boletim Técnico, 59).

REBOUÇAS, T.N.H.; SÃO JOSÉ, A.R. A cultura do urucum: práticas de cultivo e comercialização. Vitória da Conquista, 1996. 42p.

ROSALEN, D.L.; HAAG, H. P.; SIMÃO, S. Requerimento nutricional da cultura do urucum. In: SEMINÁRIO DE CORANTES NATURAIS PARA ALIMENTOS, 2 e SIMPÓSIO INTERNACIONAL DO URUCUM, 1. Campinas, 1991. Resumos... Campinas, 1991, p. 305.

SANTOS, E. O urucu. Ministério da Agricultura. Serviço de Informação agrícola, 818, 1958, 14 p.

SANTOS, A.; SÃO JOSÉ, A.R.; REBOUÇAS, T.N.H. Doenças do Urucum. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, Vitória da Conquista, v.4, n.1 e 2, p.97-102. 2000.

SÃO JOSÉ, A.R.; REBOUÇAS, T.N.H.; Aspectos técnicos da cultura do urucueiro. In: SEMINÁRIO DE CORANTES NATURAIS PARA ALIMENTOS, 2 e SIMPÓSIO INTERNACIONAL DO URUCUM, 1. Campinas, 1991. Anais... ITAL, 1991, p. 135-140.

SÃO JOSÉ, A.R.; MASCARENHAS, J.M.; STRINGHETA, P.C.; REBOUÇAS, T.N.H.; OLIVEIRA, V.P. Cultivo del achiote (Bixa orellana L.) em Brasil. Revista Brasileira de Corantes Naturais, Vitória da Conquista, v.3 n.1, p. 113-119. 1999.

SÃO JOSÉ, A.R.; MASCARENHAS, J.M.O.; STRINGHETA, P.C.; REBOUÇAS, T.N.H.; OLIVEIRA , V.P. Cultivo del achiote (Bixa orellana L.) en Brasil. Revista Brasileira de Corante Naturais, Vitória da Conquista, v.3., n.1., p. 113-119. 1999.

SÃO JOSÉ, A.R. A situação da cultura do urucum na região Sudoeste da Bahia. In: SÃO JOSÉ, A.R.A.; REBOUÇAS, T.N.H. A cultura do urucum no Brasil. Vitória da Conquista-BA. UESB. 1990. p.20-24.

SÃO JOSÉ, A.R. Exigências edafo-climáticas da cultura do urucum. In: SÃO JOSÉ, A.R.A.; REBOUÇAS, T.N.H. A cultura do urucum no Brasil. Vitória da Conquista-BA. UESB. 1990. p.20-24.

SILVA, A.T.; DUARTE, E.F. Irrigação: fundamentos e métodos. Rio de Janeiro, Imprensa Universitária da UFRRJ, 1980 180p.

SILVA, F.C.P.; FRANCO, C.F.O. Urucuzeiro uma alternativa de agronegócio. João Pessoa: EMEPA-PB, Banco do Nordeste, 2000. 64p.

SILVA. F. de C.P. da; FRANCO, C.F. de O. Avaliação de cultivares de urucum na Paraíba. João Pessoa: EMEPA-PB, 2000.

SILVA. F.C.P. da.; FRANCO, C.F.O. Avaliação de cultivares de urucum na Paraíba. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CORANTES NATURAIS, 4., 2000. João Pessoa. Resumos. João Pessoa: SBCN. 2000. p.76.

STRINGHETA, P.C. Corantes naturais uma opção inteligente. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CORANTES NATURAIS, 4., 2000. João Pessoa. Resumo. João Pessoa: SBCN, 2000. p.27.

TORRES, A. C.; CALDAS, L. S.; BUSO, J. A. Cultura de Tecidos e Transformação Genética de Plantas. v. 1. Brasília: Embrapa-SPI/Embrapa-CNPH, 1998.